IRMÃOS COUTINHO. AS LENDAS VIVAS DO FUTEBOL AMADOR DO CENTRO OESTE
POR ARY DOS REIS - Jornalista - DRT-0011235/DF
Em meio aos campos e quadras de Brasília e do entorno sul, um nome ecoa como uma lenda, um mito que transcende gerações.
Piauiense, de origem humilde, franzino, dono de pernas tortas e um caminhar cambaleante, ‘’este cabra da peste’’ jamais se encaixaria no estereótipo de um grande atleta.
Mas quem o vê em campo rapidamente descobre que sua aparência modesta é apenas um detalhe irrelevante diante de sua genialidade.
Ele não é apenas um jogador, mas sim um fenômeno, um artista da bola que encanta e hipnotiza.
Ele não joga futebol, ele reinventa o jogo a cada toque na bola.
O couro obedece aos seus pés como se fosse guiado por um encantador, e os adversários sabem: enfrentá-lo é um desafio quase impossível.
Dez vezes campeão brasiliense de futsal, três vezes campeão do Centro-Oeste pelo Cresspom (Polícia Militar), campeão invicto dos jogos abertos de Goiás pelo Valparaíso no ano 2000, três vezes campeão da copa Rede Globo por Brasília, Goiás e Minas Gerias, Ô loco meu!.
Seu nome? Magno Coutinho. Mas para muitos, ele é simplesmente "O Mago".
Ele junto com os ’’irmãos coutinho’’ construiu uma trajetória que poucos conseguiram igualar.
Filho número cinco de sete irmãos, todos craques, ele carrega no sangue o talento herdado do pai, outro exímio jogador.
Mais do que as conquistas, é o legado que faz de Magno Coutinho uma lenda.
Seu futebol vai além da competição; é arte, é magia, é história viva.
Magno Coutinho: O Mago dos Campos Fala Sobre Conquistas, Reconhecimento e Família.
Em entrevista exclusiva ao jornalista Ary dos Reis, Magno Coutinho, conhecido como "O Mago" do futebol amador, falou sobre sua trajetória, as conquistas dentro dos campos e a alegria de alcançar um reconhecimento que transcende o esporte.
Com humildade e emoção, ele destacou o papel fundamental da família em sua caminhada até se tornar uma lenda viva do futebol amador do Centro-Oeste, especialmente a esposa Kátia e os irmãos,
Ary dos Reis: Magno, você construiu uma trajetória impressionante no futebol amador. Como você enxerga esse reconhecimento que recebe hoje?
Magno Coutinho: É algo que me enche de felicidade. Quando comecei, ninguém imaginava que eu chegaria a esse nível.
Sempre joguei por amor ao futebol, e ver o carinho que as pessoas têm por mim, tanto dentro quanto fora de campo, é algo que me emociona muito.
Ary dos Reis: Quais foram as maiores conquistas da sua carreira?
Magno Coutinho: Conquistas não são apenas títulos, mas também os momentos inesquecíveis que vivi no futebol. Claro, vencer campeonatos e decidir jogos importantes é marcante, mas o que mais me deixa orgulhoso é saber que inspiro tantas pessoas, principalmente os mais jovens, a nunca desistirem dos seus sonhos.
Ary dos Reis: O que a sua família representa nessa caminhada?
Magno Coutinho: Tudo! Sem o apoio da minha família, e principalmente da minha esposa Kátia e meus filhos kamila, Vinicius e João Lucas e agora avô da pequena Marina, eu não teria chegado até aqui.
Meus irmãos sempre estiveram ao meu lado, incentivando, vibrando e acreditando em mim até nos momentos mais difíceis. O futebol é minha paixão, mas a família é minha base.
Ary dos Reis: E para o futuro? O que podemos esperar do Mago dos Campos?
Magno Coutinho: Continuarei jogando enquanto meu corpo permitir e, quem sabe, ajudando a nova geração a trilhar seus próprios caminhos no futebol. O mais importante é manter a paixão pelo jogo sempre viva.
Com uma carreira brilhante e um legado já consolidado, Magno Coutinho segue encantando os gramados e barrões, inspirando aqueles que sonham em transformar o futebol em arte.
O Clã do Terror: Os Irmãos Coutinho Dominam o Futebol Amador a mais de 30 anos.
No futebol amador e no futsal, os coutinhos assombram os adversários antes mesmo do apito inicial.
Basta a tabela das competições sair para que os murmúrios ecoem: “Vixi, vamos enfrentar os Coutinhos!”.
Se um só (Magno Coutinho) já causa calafrios, imagine quando ele está acompanhado pelos irmãos.
Juntos, eles formam um esquadrão temido e respeitado por onde passam.
Vejam as características de cada um na visão do Jornalista Ary dos Reis, testemunha ocular e que acompanhou a trajetória de perto dos irmãos coutinhos.
Luis Carlos: Capitão de perfil aguerrido, ele lembra o estilo implacável de Dunga: firme na marcação, intenso nas disputas e incansável na busca pela vitória, ele transforma cada partida em uma batalha, elevando o nível competitivo da equipe.
Carlos Wagner (Bem Bem), é o contraponto perfeito. Tranquilo e sereno, faz o feijão com arroz com uma segurança inabalável, garantindo equilíbrio ao time.
Carlos Antônio (Carlinhos), se destaca como um lateral habilidoso, dono de dribles fáceis e um posicionamento impecável. Com técnica apurada e inteligência tática, ele se torna peça-chave em qualquer equipe, levando perigo aos adversários e garantindo segurança na defesa.
Carlos Alberto, um exímio lateral esquerdo progressivo, sobe ao ataque com inteligência e volta para marcar com precisão cirúrgica.
Carlos Henrique: Se tem alguém que pode ser chamado de gênio da bola, esse alguém é você! E se existe um fã número 1, sou eu, Ary! Kkkkk! O mais habilidoso entre os irmãos, ele transforma o campo em palco e a bola em pincel, pintando jogadas mágicas. Seus dribles são um espetáculo à parte, um pesadelo para os adversários, que ficam atordoados diante de sua genialidade. Quando ele toca na bola, a torcida prende a respiração… e em segundos, explode em aplausos! Um craque nato, um talento raro, um showman do futebol!
E, para fechar com chave de ouro, tem o pequeno Dito. Um atacante nato, dono de chutes fortes e precisos, rápido e faminto por gols. Se a bola chega nele dentro da área, não tem conversa: ela vai parar no fundo da rede. Fominha? Talvez. Mas com um faro de gol desses, quem vai reclamar?
Quando os Irmãos Coutinho entram em campo, o temor se multiplica.
Para os adversários, enfrentar essa família é sinônimo de jogo duro e desafio extremo.
Para os amantes do futebol, é um show garantido de paixão, técnica e muita entrega dentro das quatro linhas.
Todos sabem: o maestro Carlos Magno sempre comanda o espetáculo, e para os desavisados, a derrota é quase certa.
Com um currículo impressionante, os Coutinho são verdadeiros colecionadores de títulos.
Inspirando gerações, eles provam que no esporte, a grandeza não se mede pela aparência, mas sim pelo talento, pela inteligência e pela paixão dentro de campo.
O futebol amador de Brasília e principalmente do entorno, tem um nome cravado na eternidade: o de Magno Coutinho, o eterno ‘’Mago dos Campos’’ e irmãos.
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